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Cão como nós.


Cão Como Nós
 
Edição/reimpressão: 2002
Páginas: 120
Editor: Dom Quixote
ISBN: 9789722023016
 
É um épagneul-breton a personagem principal do novo livro de Manuel Alegre. Com “manchas castanhas e uma espécie de estrela branca no meio da cabeça”. Cão… como nós. Como nós, porque sabe da amizade (o cão é o melhor amigo do homem), da solidariedade, protege a criança, consola o dono, pressente a desgraça, ‘chora’ a morte. Mas também é altivo e irrequieto. Às vezes desobediente e exibicionista. Chama-se Kurika, e acompanhou o escritor e a sua família ao longo de anos. Aliás, ele ‘é’ parte da família, diz Manuel Alegre. Um livro alegre e comovente.

“…sendo sobre um cão, o livro é sobre os homens. Certos homens com um certo tipo de valores só aparentemente contraditórios: a liberdade e a fidelidade, a solidariedade, a independência, a altivez.
“(…) um belíssimo poema de amor de um homem a um cão. Como nós.
“(…) Por isso (a minha cadela, a gata) me tocou tanto este livro. E tenho a certeza que a tantos outros leitores, novos e velhos, pobres, ricos, remediados. Cada um a ver no Kuirika dos Alegre o seu Leão, o seu Tejo, o seu Farrusco, o seu Saikó, o seu Jimmy, a sua Mimi, a sua Ró-ró.”
Adelino Gomes, Publico, Mil Folhas

“Na prosa desta pessoalíssima novela em forma de pequenas reflexões, Alegre consegue um equilíbrio perfeito entre um registo poético e humorístico. (…) Uma obra para ser lida por quem sabe de experiência própria. E porventura também pelos outros, já que não raras vezes… este cão fala por nós.”
S.B.L., Visão

O Romance das Ilhas Encantadas


O Romance das Ilhas Encantadas
de Jaime Cortesão
Edição/reimpressão: 1998
Páginas: 52
Editor: Vega
ISBN: 9789726995968
Coleção: Na Rota da Aventura

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5º ano de escolaridade destinado a leitura orientada na sala de aula – Grau de Dificuldade I.

Em tempos que já lá vão um nigromante, isto é, um homem que conhecia as artes mágicas, encantou as ilhas do grande mar Oceano. Só as mulheres marinhas (ou, por outro nome, as ondinas), que eram filhas do mar e conheciam todos os seus segredos, sabiam o paradeiro certo. E eram elas que as protegiam dos estranhos, sobretudo dos moiros, desviando navios e espalhando nevoeiros para as ocultar. O porquê desse encanto e a gesta dos marinheiros que o ousaram desfazer constitui o cerne desta história maravilhosa que o grande escritor Jaime Cortesão quis legar aos mais jovens e cuja leitura está hoje aconselhada em todas as escolas do país.